
Talvez seja a vontade desesperadora de desabotoar os botões das nuvens e despir o céu até brotar os olhos em outra galáxia. Talvez apenas a necessidade de encarar o mundo como uma roda gigante de espelhos circenses. Não sei: ilusão. Li na bula de hoje que preciso de ar mais vezes ao dia, em doses moderadas. Ainda não sei traduzir as árvores sem as folhas desfiguradas de minha laranjeira. Amanhã, amanhã e depois de amanhã...
