sexta-feira, 31 de dezembro de 2010




Ontem vi o sorriso dele em uma boca qualquer. Eu tinha me esquecido de como ele sorria, e então lembrei por querer lembrar. Sorriso gostoso! Vou guardar no bolso, bem ao lado de um novembro de um ano que passou...

Feliz ano nuevo.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FLUTUAR

Parafusos





Surto no sistema – pane no motor: a decolagem deu errado! Era preciso menos combustível nesses últimos anos. Um dia para o fim do ano e a vida mostra mais uma vez a sua face corrosiva! Então, voltemos ao pronto socorro e ao calmante: ambos descabelados. Sensibilidade, esta minha companheira que me fuede vez ou sempre...
“Está tudo bem! Está tudo certo. Finge que nada existe! Passa horas masturbando a mente com filmes. Não atente o telefone! Vive com fone de ouvido! Diz que não se importa... Esquece! Esquece! ESQUECE!”. Esquecer não existe: finge-se esquecer – e é sabido. Está tudo bem, sua mente acredita piamente nisto, o tempo passa, entende-se melhor as coisas (ou pensa-se que sim), a inspiração está ao lado, o suco tem um gosto bom, o sol brilha... Mas ali, escondido num buraco entre a cabeça e o umbigo, mora um caramujo chamado VERDADE. Este bichinho mequetrefe entra inúmeras vezes em sua toca e, lentamente, interna-se quieto no escuro, mas, quando menos se espera: ele vem à tona! Neste momento, as verdades que estávamos tentando jogar ao mar, explodem como um vulcão de insanidade atômica. “Shit! Onde foi mesmo que eu deixei o controle, remoto?”.
Pois é, agora está tudo um pouco mais inteligível. Dei uns "cacetes" no caramujo, estou mais ciente de que fingir as coisas é estúpido e conseguiram me acalmar fisicamente. Nada como um pré ano novo te avisando para mudar as coisas em dois mil e onze...

Ah!, caramujo: você é um completo imbecil em certas horas – igual sua dona.
É só isso, obrigada!

......................................................




Vamos dissolver um pouco de nós nesta corda louca do tempo e puxar esta âncora anciã daquelas pedras de plástico bolha – não é o novo ano que chega, mas nós que vamos mergulhar em um futuro ano velho.
Aproveite a onda e o vento – te dou o remo esquerdo.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Pedaço




Meu tio, poeta, deixou livros que hoje ficaram para mim. Morreu cedo, claro, não conseguiu sair antes do barco afundar: bebida, mulheres, drogas e afins.
Hoje deixo um pedacinho dele por aqui.


DOIS CAMINHOS

Caíste, flor, quimera
Não mais és, o que eras

Os céus estão azuis
Cheios de imensa luz

Sob o encanto
Do viver santo

As fontes d'água
Lavaram minha mágoa

Sentí-me mais leve
Mais alvo que a neve

Livre, enfim,
E, você de mim

Por amor demais
Amamo-nos mais

De tanto calor
Queimamos nosso amor

Não foi amor, mas, loucura
Que se inflama mas não dura

Separamo-nos, pois,
Dois caminhos, já somos dois.



M. Galvanese




Daquela menina que entende, admira e aprende contigo. De alguém que cuida das tuas palavrinhas.

Isabela F. J. Galvanese

terça-feira, 28 de dezembro de 2010




Insônia minha
Que me tens de regresso
Não me persiga mais
E não te devoro em excesso



Vou sumir
Vou subir
Vou saber
Vou descer
Vou voar
Vou calar
Vou perder
Vou crescer
Vou sumir
Vou sumir
Vou sumir
Vou sumir
Assumir
Vôo: subir

Vento Acrílico




O ser humano está tão inserido em sua realidade e caminha tão certo de que ela é superior à tudo, que utiliza-se de frases como: “Esta montanha é tão linda que parece pintura!”.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

E Assim Disse Vinícius...

"Entre os ecos do infinito
Eu grito, eu mato a solidão
Eu sou meu tempo, eu vou
A ferro e fogo, eu corro
Eu vou, eu canto e grito: amor!"
"Será que por acaso
A flor sabe que é flor
E a estrela Vênus
Sabe ao menos
Porque brilha mais bonita, amor"
"Amor, quem és
Que penetraste o meu silêncio
Com teus pés tão frágeis
Ah, pudesse eu saber
Um dia finalmente
Quem és"
"A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros nesta vida."
"De manhã, escureço. De dia, tardo. De tarde, anoiteço. De noite, ardo."
"Porque a vida só se dá pra quem se deu."

Uma Caixinha de Psiu!





Não sei se meu coração está dançando na melodia certa, menos sei qual o ritmo ou se há harmonia entre as notas tão bem tocadas para meus brincos. Tenho vivido momentos felizes, conversas intermináveis, olhares apaixonados, um gostar raro, mas não sei se sei caetanear – se sei, ainda não sei – e isto tudo faz parte da franqueza de nós: tudo é dito e sabido o tempo todo em que esquecemos o tempo de tudo. Um violão no canto do quarto lilás esconde as cascatas de velas, mas pelas manhãs, conta um pouco dos segredos das diferentes alturas da lua com a ajuda da delicadeza de dedos antigos – lindos, não nego. Rede, discos, tapete, jardim, geladeira, gelo, copo – coisas compactas no pacto de permanecer em silêncio dentro dos sussurros da gaveta do criado mudo. Sou criança, mulher, sou o sossego do cacheado que reflete em mim, sou o tudo que invento, mas apenas dentro do encanto daquele mundinho brando e peculiar em que criamos composições de risos fáceis.
Devo esquecer... Devo esquecer o que não mora na memória – amanheceu esquecido naquele lugar encantado. Fiz de mim um lugar, mas meu lugar está em mim e em algum outro planeta do espaço sideral. Preciso me lançar ao céu neste curto espaço de tempo, deixando a rede para seus pés e o violão para seus discos. Confesso um “agradeço” em voz alta e antes de voar sambalanço um Vinícius para que escutem as almofadas daquele sofá verde e feio que tanto adora. Sei que sabe o que digo, disse mesmo que eu estava alada ao seu lado – mas eu não estava! Naquele nosso fim (de mundo), permaneci fiel aos ponteiros que prometemos quebrar pra eu te alcançar em algum distante dia.
Obrigada, o meu trem já está no trilho, e nesta linha do infinito, em algum ponto, sempre vou encontrar a casa em que tentei caetanear amor, mas deixei letras de amor para caetane-ar.

Caracóis e Compassos




Aprendendo a Caetanear aos poucos - coisa de bom louco.

Sim, aceito.




Amor é simplesmente amor - em suas várias formas. Mas também é aprender a aceitar o modo de amar de cada um.

Exit(e)

domingo, 26 de dezembro de 2010

Mais Mas, Menos.




Novelos enrolando pedaços de vidas,
mas não de sonhos;
Tons invisíveis de um arco-íris falante,
mas não mímico;
O espírito apressado e frágil do momento,
mas não de todos;
Partes sutis que formam a rosa,
mas sem espinho;
O sentido da asa é o vôo,
mas sem saber...


O passarinho.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sexlêncio




O SILÊNCIO...

Fala MUITO...

ALÉM...

Das palavras...

Confetes e Repentinas




Pensando e ouvindo...


"Vou fazer da minha vida uma alegoria de carnaval..."


Caetaneando frases ao vivo, vivo...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

FON!




Prima: E esta roupa toda rasgada e sem nexo?

Psico-Adélia: Ué, estou sendo eu...




"Aventuras" cotidianas de Psico-Adélia.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

...




Alguns amigos estão vindo de várias partes do Brasil e do mundo para cá. Logicamente amo todos e desejo muito vê-los rapidamente, mas entrei em uma fase de solidão absoluta que, ao contrário do que muitos pensam: é maravilhosa.
Passei por um ano muito difícil e de muito aprendizado: deixei de lado um caminho e acabei tendo que suportar a consequência da in-dependência física e mental. Tive certos tipos de alucinações, recaídas, vontades, "inimigos" me puxando para baixo... brinquei com os limites de bordas de piscinas e sinalizações de trânsito, tive que aprender a fechar a porta da sensibilidade em certas horas - e concluo: ainda estou tentando encaixar os dedos na maçaneta. Voei, caí, dancei, ganhei, perdi, sorri, chorei, mantive contato com raríssimas pessoas, aprendi a aceitar, descobri outros tipos de amores, salvei minha vida, alcancei um pouco mais a minha essência...
Estou feliz em ter meus amigos por aqui outra vez, apenas para estar exclusivamente em minha companhia (muita alegria), mas confesso que estou com medo, sinto-me apreensiva: não sei se ainda estou preparada. Mas agradeço muito e, mais uma vez comigo mesma, irei descobrir do que ainda sou capaz e o infinito de coisas que me fazem...
SER.

I′UNE-BEVUE




Ressoar de monólogos desarticulados, uma projeção, um delírio – multiplicidade de sentidos - travessias de fantasmas sem justificativa. O gozo sempre com sorriso pronto – desejo parlêtre. Escolhas risíveis em uma palheta de cores complementares – arco-íris de futuros - visão do êxtase místico nas caudas de damascos dourados. Signos sem ar no fogo da terra – sintomas inscritos nos ensaios corporais de algas marinhas. Um oceano no fundo do céu em constante movimento – outra estrela do mar na pele roxa. Os Deuses, outra vez, brotam do chão.
Semente.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

União




Grãos de areia tentando explicar as dunas de um deserto - lá estamos nós, inundados, esperando que o vento nos una, nos separe e responda de onde surgem as tempestades. Grãos de areia que formam o deserto e inspiram a tempestade - silêncio lindo e fácil de semelhança unicamente divina.

Onde




Em um arco-íris do tamanho da palma da mão: escorregando como criança em busca de um pote de jujubas.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Vê Nus




Mais completa e plena no planetário complexo da plantação de plumas de Plutão.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Meu Invisível




Todos aqueles que querem me envolver estão bailando no fundo do mar.
Agora meu tempo é de um cavalo-marinho ao luar.
No/Em/Vão

Um Sol Só Lá




Não adianta qualquer palavra de "amor". Agora, para mim, tudo quebra-se em partículas espaciais. Um coração não se estende pela beleza, apenas sente o ar puro daquilo que o faz respirar.

Sei Não Sei




Não estou dizendo nada do que sinto.
Hoje.
Não sei até que hoje.
Não sei dizer.
Não.
Sei.
Hoje?
Não sei.
Dizer?
Não.
Hoje?
Não sei...

Hum!!!




Hoje começo a escrever um livro para crianças...
Já com os grandes personagens mágicos da terra do "Pode Ser".
Vamos lá!

Sem Leme




Deixei de viajar para pousar em meu colo no silêncio da casa vazia. Os astros estão dizendo: "Aguarde, menina!" - e eu estou em paz. Certas coisas não se explicam, apenas são. Estou sendo eu, dentro do navio do meu coração - tão bom. Vamos entre ondas e cítaras para lugar algum...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Sábio Sabor da Xícara




Perguntei para uma xícara se sua asa não era muito solitária. Em um gole de chá ela disse, dissolvendo delícias em minha garganta, que seu voar líquido e suave não dependia de sua asa, mas do amor dos lábios sedentos que mergulhavam vontades em sua borda. Perguntei, ainda curiosa, se ela se afogava no transbordar das mãos apressadas - ela, nova e branca, disse que o ar por si só já a fazia transbordar o tempo todo, sem fazer ruídos ou provocar imagens aquáticas, assim, o ato desligado dos seres humanos servia apenas para a banhar por fora em um delicioso e refrescante mergulho de sabores distintos. Calei-me e logo em seguida ela embargou-me com as mesma perguntas que eu lhe havia feito instantes antes. A olhei delicadamente, apalpei minhas costas - não havia asa - coloquei as mãos no peito - não estava trasbordando. Parei, a envolvi em meus dedos e trocamos fluidos entre bordas e salivas - sorri em silêncio.
Sábias xícaras...

A Rota da Estrela




Tenho escrito coisas - e apagado. Será que é o tempo dos dedos mudos? Ou será a fuga número três? Eu sei! Mas apaguei...

Preciso...




...tirar férias de mim.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Insanidade de Cada Dia




Psiquiatras, analistas e afins. Existe um mito de que toda esta "raça" de nada vale ou, atrapalha a verdadeira sensibilidade do "eu" e, por sua vez, interrompem um fluxo natural (essencial para a vida do individuo) com opiniões científicas baratas - embora cobrem muito caro por isto. Bem, é direito de cada um ter sua própria opinião e existem inúmeros tipos de profissionais espalhados pelos cantos, mas no meu ponto de vista (exclusivamente meu), quem diz que se deixa influenciar é uma pessoa que jamais deveria pousar em um divã de qualquer tipo ou espécie. Todas as vezes que resolvi procurar um destes "auxiliares de idéias" foi para poder organizar o turbilhão de pensamentos que vieram acoplados em meu corpo há vinte e poucos anos atrás: é como contratar alguém para lhe ajudar a colocar o armário em ordem - as roupas estão lá, você as escolheu, mas se perde constantemente entre peças e cores. Também devo colocar que estudar o cérebro humano deve dar um tesão absurdo para o resto da vida: descobrir, analisar, entrar dentro do outro, penetrar.
Enfim, cada um na dança da insanidade de cada dia, amém.

Luta em Luto




Eu não sei se minha visão tem ficado mais aguçada nestes últimos tempos, ou se o mundo está em um constante avalanche de consecutivas imagens de egoísmo horripilante.

Eu não sei quando esqueceram a simplicidade do abraço - talvez ao perceberem que abrindo os braços cada um forma sua própria cruz.

Dissolvendo




Manoel de Barros: "Sobre o nada eu tenho profundidades."


Pensando...


Adoro a palavra "nada" e a palavra "profundidade" - juntas são um par (quase) perfeito! Uma dentro da outra em um abismo ecoante de silêncio...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010




Estou tentando voltar à superfície, mas antes preciso reaprender a nadar. Dói, falta, mas sinto um orgulho tão grande em saber que ainda alimento minha alma com meus sentimentos mais puros. Vai passar... Um braço de cada vez...



Vamos mudar de sentido? Agora tudo na horizontal...



Quando eu vou aprender a não falar em contrários?



Estou precisando com urgência que este ano vire ano passado.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Closet




Penetra em mim aquela mesma imagem de um cabide sem roupas, um armário nú andando pelo corredor das minhas pernas, os dedos de uma árvore azul arrancando meus botões, os lençóis do céu cobrindo meus seios translúcidos, as tramas de uma cerca delirando no gramado das curvas do sul da Ásia, as ondas molhando a areia dos dentes de uma rosa, a casca, o vaso, a linha, o ponto.

Só Hoje




Hoje, só por hoje, gostaria de colocar meu coração na mesa e observá-lo minuciosamente. Talvez, desta maneira, eu poderia entender qual a estranha forma do amor.

Nos Meus Ombros




Conexões dispersas em um espaço sem tempo. Não há termos, não há fuga, não há lados em um prisma cego nas mãos de uma maçaneta de aço. Nem lá, nem cá. Carnaval de cores frias no calor escaldante do deserto de areia movediça. Lá está a porta por onde minhas penas passaram, e agora ela é apenas uma porta maciça aprendendo a se abrir outra vez.

Câmbio




Extraterrestres analisam o mundo do espaço em que estão inseridos.

Manual de Sobrevivência da Alma Calma




Chuva, aquele trânsito sem trânsito, ou seja, literalmente parado, lá estava eu, presa em um lugar cheio de outras pessoas presas em lugares parecidos com o meu - uns com muito mais potência: o que de nada adiantava. Comecei a ficar um pouco nervosa - aumentei o rádio - a música boa e a situação infernal não estavam combinando: o nervoso foi se dissipando... Tive uma brilhante idéia que, a princípio, veio como o ápice do fracasso: "Vou colocar em uma rádio bem ruim, a pior que tiver, e vou fazer com que esta situação vire o fundo do poço!”. Não deu outra, lá estavam meus dedinhos peregrinos em busca de ruídos assustadores: "Viva, encontramos!!!". Eu não sei o que era aquilo - um lance meio roça misturado com Bonadio. - aquela situação se tornou tão horrenda que tive um ataque de risos fulminante. Quer saber? Os extremos têm sempre um ponto em comum.

NOVA ERA (Uma Vez)




Foi quase, o final de semana parecia atraente, a corda bamba estava balançando e eu fazia força com os braços abertos tentando me equilibrar com o vento. Ouvi uma voz: "Já sei qual o próximo passo! Não deixa, está percebendo?". Incrivelmente uma luz surgiu do céu naquele instante escuro - enxerguei o caminho que percorre o descontrole. O telefone, propostas, uma cidade inteira - não, nada daquilo poderia me fazer mais feliz. Peguei o carro, rodei, rodei e rodei sem rumo algum - os enfeites de fim de ano não me atraem mais - rodei, rodei e rodei - pessoas alinhavam-se tão estranhamente - rodei. Estacionei o carro, atendi todos os telefonemas como se estivesse faminta e engolisse uma secretária eletrônica: "Não, obrigada!". Que alívio! Não pensei que acordaria tão cedo de um pesadelo que tanto me instigava - mas aconteceu. Não me lembro ao certo em que dia, mas em um certo momento resolvi enfrentar os monstros que havia cultivado no meu jardim de pitangueiras.
Acordei no outro dia com aquela sensação de memórias apagadas e segmentos desconexos de cenas de cinema mudo: abri os olhos, minha visão estava perfeita e meu corpo estava respirando ardentemente, havia um cheiro de incenso no ar... O mar não estava de ressaca, as ondas estavam em seu ritmo tranquilo, o dia estava azul e eu estava feliz - indiscutivelmente radiante.

domingo, 12 de dezembro de 2010




SER



Agradecer: poder da consciência em concluir que tudo está dentro de nós.
Amar, viver, sorrir, doar, sentir e agradecer - esta é a ordem agora.



Sentir: penetrar em tudo aquilo que alcançar as entranhas do próprio universo - ir.
Amar, viver, sorrir, doar e sentir - esta é a ordem agora.



Doar: dar aos outros o que mora no fundo peito.
Amar, viver, sorrir e doar - esta é a ordem agora.



Sorrir: a felicidade é o ar da alma.
Amar, viver e sorrir - esta é a ordem agora.



Aproveitar cada momento: a vida é muito preciosa para deixá-la escondida dentro de uma concha de perguntas.
Amar e viver - esta é a ordem agora.



Amar - esta é a palavra de ordem agora.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Cores Entre Cores





colorindo

entre-esferas

entre-aberto

entre-linhas

entre-tendo

colocando

entre-tanto

camuflando