quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ÀS AS




Suportavelmente acordo. Dois cigarros por fumar, centenas de frases feitas e vulcânicos pensamentos. Insuportavelmente te escrevo enquanto te deito no travesseiro florido. Quanto amor no pensamento das suaves cinzas do não esperar. O peito já não é peito, é o desejo latente de morar na casa da árvore da felicidade. Te imagino, venero te imaginar! Coloco em minha alma bigodes de Leite Ninho ,e, assim, sou criança inventiva outra vez, suportando você em mim da mais magnifica forma criada pelo universo. E vou vivendo... Minha vida em nossos infinitos momentos, minha nômade vida em seus magnetizantes eixos. Te deixo, meu bem, como me deixo pelos cantos do quarto azul. Quero você e te preciso como preciso de meus grandes olhos. Te vejo, longe, tão perto, tão perto, tão perto...

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