
Virei-me para a gruta imóvel de segredos mágicos: nenhum rastro daquilo que fui. Apenas algumas flores esculpidas em pedra bruta, o desenho torto de um longo rio sem água ou margem e a seda rara de uma libélula branca. Nada – nenhuma fresta da esperança infantil de outrora. Raios solares não ousavam espionar e o ar desesperado corria em eterna fuga.
Era uma vez o lugar mais incrível que já existiu, mas ninguém soube – ninguém viu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário