sábado, 2 de abril de 2011



Dias como hoje deitam na dura cama incoerente das palavras, com ar de sabedoria adolescente, enquanto dormem plantados na inocência dos sentidos, sugando devaneios sobre bebês de salto alto na busca cega e florida pela felicidade.


Quantas voltas teremos que dar em nosso próprio eixo?


Dias como hoje imploram fuga e mais sorrisos.


Tão perdida quanto um rastro no deserto, penso para onde quero deixar futuras pegadas.


Em dias como hoje, imersa em um turbilhão de agulhas afiadas, concluo: NÃO ESTOU AQUI!


Dias como hoje, entre marte e a morte...


LEMBRETE (para dias como hoje):

Estar mais perto de mim onde quer que eu esteja.

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