
Conexões dispersas em um espaço sem tempo. Não há termos, não há fuga, não há lados em um prisma cego nas mãos de uma maçaneta de aço. Nem lá, nem cá. Carnaval de cores frias no calor escaldante do deserto de areia movediça. Lá está a porta por onde minhas penas passaram, e agora ela é apenas uma porta maciça aprendendo a se abrir outra vez.
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