
Sinto alguma coisa tão grande que falta peito. Eu não sei de onde ou por onde, eu não sei dos "porquês" ou "portantos", eu não sei e nem quero mesmo saber... Sinto alguma coisa que me faz fugir as palavras do corpo. Sinto alguma coisa tão sentida, tão imensa, tão alegre - sinto algo que sorri. Sinto um túnel repleto de imagens e placas indicando o que sinto - e eu sinto, sinto, sinto... Procuro uma fresta, e lá está ela, apontando o mesmo sentido. Se durmo, sinto, se acordo, sinto, se sinto, sinto - SE sinto. E é assim, sentindo, que vou procurando mais espaço para os sentidos do dia seguinte...
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