
Penetra em mim aquela mesma imagem de um cabide sem roupas, um armário nú andando pelo corredor das minhas pernas, os dedos de uma árvore azul arrancando meus botões, os lençóis do céu cobrindo meus seios translúcidos, as tramas de uma cerca delirando no gramado das curvas do sul da Ásia, as ondas molhando a areia dos dentes de uma rosa, a casca, o vaso, a linha, o ponto.
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