quinta-feira, 6 de janeiro de 2011






Tudo, árvores, tudo, calçadas, livros, estradas, brincos, flores, tudo, lâmpadas, camisas, gravatas, mãos, aviões, paralelepípedos, paredes, tatuagens, armários, chaves, pregos, maçanetas, tudo, todas as coisas de tudo e nada de coisa alguma: tudo sorri o mesmo sorriso.
Fecho os olhos – o escuro sorri.

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