segunda-feira, 10 de janeiro de 2011







Vida louca, sempre pregando peças: se antes ainda é agora, qual a pressa que me levou ao começo? Se posso enxergar outros caminhos neste presente, como devo deixar as marcas dos pés na estrada do que passou? Quem vai apagar? O vento? Justo este que me trouxe até aqui? Ah, ventania de sanidades! Como posso tentar me perder quando me achei? Como posso calar outra vez aquilo que é silêncio? Eu não sei, eu não quero mesmo saber... Nesta es(calada) aprendi a ouvir minhas montanhas, e isto é... só(L).

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