
Quem abria o guarda-chuva da cachoeira do oeste? Mãos, pontos, minuciosas gotículas de memória, fluidos incandescentes, pensamentos indecentes, raspas de um avassalador avalanche de palavras bem colocadas, um cavalo celta no céu - penetrando, alado, de lado - uma curva entre o nascer do sol e o poente, "ticket" feito de melados de abelha e silêncio de rosas. Uma passagem para um, uma viagem a dois, tramas bem sucedidas se envolvendo em constante ápice noturno (diurno), imagens fixadas dentro de olhos que piscam sem parar, falta de ar. O branco no branco, a idéia na idéia, o corpo no corpo. Um em dois. Dois ou um.
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