
O complexo de uma folha azul, uma tatuagem, uma taturana, uma árvore nua, raízes em forma de pés calçados, cansados, casulos feitos de aço em galhos de uma pirâmide sem ponta, vértices de uma incansável alegoria de varais úmidos e cheios de futilidades feitas de algodão, pontos sem seqüência, uma linha em desapego, uma flor que nasce de um fruto, bruto, uma rocha de joelhos em uma cama de brilhantes, um casal de ancoras mergulhando no asfalto, caro, o salto alto de uma abelha-vagalume, vaga, vagas de caminhões nos olhos de uma salamandra sem direção, a canção de um beijo entre nuvens, tempestade, pára-raios nas frestas de plantações de gatos, unhas, o vermelho no branco do espiral de cores, movimento, restos do que foi deixado na lua, sinos, santos, senhas, sabiás, serpentinas, TUDO. E todo o resto é carnaval.
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