
Durante a prova, no último dia de aula de uma respectiva matéria (hoje)...
Professor: Depois que você acabar de responder as questões, pode ir até a minha mesa que eu preciso falar com você?
Vinte minutos depois...
Psico-Adélia: Oi, professor! Pode falar.
Puxou rapidamente uma cadeira e pediu que sentasse.
Professor: Então...
Derrubou o celular, os papéis, a caneta e avermelhou-se como um caqui maduro!
Psico-Adélia: Quer ajuda? (risos)
Professor: Não, está tudo bem. Posso te fazer uma pergunta?
Psico-Adélia: Ué, claro!
Professor: Você tem namorado?
Pausa! Estranhamento! (risos)
Psico-Adélia: Não!
Professor: Eu gostei muito de conhecer você. Será que podemos tomar uma café algum dia desses?
Psico-Adélia: O senhor também é um ótimo professor, podemos conversar quando quiser, mas vou ter que fazer uma viagem muito longa assim que acabar o semestre.
Professor: Vai para onde?
Psico-Adélia: Morar em uma tribo. É uma pesquisa sobre o comportamento humano.
Professor: Mas, e amanhã? Essa semana?
Psico-Adélia: Estarei meditando. Nem café eu poderei tomar!
Professor: Suco?
Psico-Adélia: Só bebo água quando medito.
Professor: Nunca vi alguém neste curso, meditando!
Psico-Adélia: É porque o senhor ainda não entendeu que vez ou outra entramos em outros cursos paralelamente.
Professor: Mas você é minha melhor aluna. Como pode estar assim fora do ar?
Psico-Adélia: Professor, fora do ar não sou eu que estou. Faço o que precisa ser feito e...
Professor: E é só isso?
Psico-Adélia: Se fazer o que precisa ser feito é só isso, então é "só isso".
Professor: Então é melhor eu corrigir sua prova?
Psico-Adélia: Sim. Depois de corrigir o senhor.
Psico-Adélia saca da bolsa um estojo de batom com um espelho e entrega ao professor.
Psico-Adélia: Pronto! Agora é só retocar os reflexos.
Aventuras cotidianas de Psico-Adélia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário