
Um dia ainda volto a estar exatamente neste lugar, neste mesmo ponto e nesta mesma imensa dimensão de borboletas azuis. Um dia ainda volto a morar nesta cidade, neste encanto, neste paraíso onde tanto fui feliz e plena. Um dia ainda volto a perder o ar entre cachoeiras e lagartos observadores.
Quem sabe quando as rugas alcançarem o rosto, quem sabe daqui alguns minutos ou alguns milênios. Mas um dia, em um belo dia laranja e morno, volto para este lugar que nunca, nunca saiu de dentro de mim.
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