segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Igualdade.

Respeito o anel incrustado no seu peito, mas sem desrespeito, entre nós existe algo psico-delicadamente perfeito. Narcisismo zen, bem por querer, eu e você. Aceito sua causa nobre, mas meu coração não é esnobe. Tenho, venho, QUERO VOCÊ. Tudo que eu faço é um pouco seu e as palavras calmas e bem pensadas que invadem seus dedos, fazem parte desse mundo que também é meu - meus olhos grandes de lua nova sentem (e não, não mentem).
Escondida embaixo de palavras eu grito: te preciso.
Ainda não sei se pelas mãos, mas pelas ruas desse universo inverso e virtual, te gosto MAIS e mais a cada dia. Não ria! Me instalei nos seus sonhos (eu sei), mas para sonhar é preciso compartilhar um certo paralelo entre dois.
Somos assim, o proibido insano do antigo voyeur. Quem te enxerga sou eu, mas quem me inspira é você. Assim como sei que deves fazer...

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